O objetivo é a revitalização das calçadas em frente ao comércio no trecho que começa com a Loja Salfer na rua João Colin e vai até a esquina da Lyra. A proposta mediada pelo presidente da Lyra, o advogado Alvaro Cauduro é que os proprietários e empresários daquele trecho paguem pela reforma das calçadas.
Uma almoço reuniu representantes do Governo Municipal e empresários da rua 15 de Novembro, no início da tarde de sexta-feira (17), na Sociedade Harmonia-Lyra em Joinville.
O objetivo é a revitalização das calçadas em frente ao comércio no trecho que começa com a Loja Salfer na rua João Colin e vai até a esquina da Lyra. A proposta mediada pelo presidente da Lyra, o advogado Alvaro Cauduro é que os proprietários e empresários daquele trecho paguem pela reforma das calçadas.
Segundo ele, estas obras seguirão o projeto formulado pelo Ippuj (Instituto de Pesquisa e Planejamento de Joinville) e o presidente explica que caso a obra fosse executada pela prefeitura iria demorar de acordo com os prazos licitatórios, o que levaria muito mais que 30 dias.
Com a “vizinhança” assumindo os custos em 30 dias antes do Encontro Econômico Brasil e Alemanha, que ocorrerá em setembro em Joinville a obra estará pronta.
De acordo com Cauduro a preocupação com as calçadas, parte da questão da falta de acessibilidade para pessoas com algum tipo de deficiência e passa pela estética da rua. “Como nós vamos receber pessoas nesse encontro, no jantar de gala que terá aqui na Lyra, se as nossas calçadas estão degradadas”, questiona.
A Sema (Secretaria de Meio Ambiente de Joinville) representada pela sua diretora-executiva Luana Siewert e a Side (Secretaria de Integração e Desenvolvimento Econômico) com o secretário Danilo Cnti se colocaram a disposição para auxiliar nos trâmites legais, que envolve uma obra deste tipo e também de acompanhar quando necessário. “Nós nos dispomos a cuidar em toda esta parte normativa e em tudo que possa dar seguimento no processo”, diz Luana.
Cada empresário recebeu um orçamento com os custos da sua calçada. O montante gira em torno de R$ 70. O gerente regional da Drogarias Catarinense Robson Menin, acredita que a falta de manutenção das calçadas naquela região, tem afastado os clientes da farmácia e dos demais estabelecimentos.
“Nós temos muito interesse em aderir este projeto, porque realmente o comércio desta rua decaiu. As pessoas não circulam mais aqui como antes”, afirma.
Para o presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) Luiz Kunde, não só apoia a ideia, como também irá motivar que todos os empresários se unam em prol deste projeto. “Se é bom para a cidade, nós apoiamos, por que ganha a cidade e o resultado será fantástico”, ressalta.
O objetivo é a revitalização das calçadas em frente ao comércio no trecho que começa com a Loja Salfer na rua João Colin e vai até a esquina da Lyra. A proposta mediada pelo presidente da Lyra, o advogado Alvaro Cauduro é que os proprietários e empresários daquele trecho paguem pela reforma das calçadas.
Segundo ele, estas obras seguirão o projeto formulado pelo Ippuj (Instituto de Pesquisa e Planejamento de Joinville) e o presidente explica que caso a obra fosse executada pela prefeitura iria demorar de acordo com os prazos licitatórios, o que levaria muito mais que 30 dias.
Com a “vizinhança” assumindo os custos em 30 dias antes do Encontro Econômico Brasil e Alemanha, que ocorrerá em setembro em Joinville a obra estará pronta.
De acordo com Cauduro a preocupação com as calçadas, parte da questão da falta de acessibilidade para pessoas com algum tipo de deficiência e passa pela estética da rua. “Como nós vamos receber pessoas nesse encontro, no jantar de gala que terá aqui na Lyra, se as nossas calçadas estão degradadas”, questiona.
A Sema (Secretaria de Meio Ambiente de Joinville) representada pela sua diretora-executiva Luana Siewert e a Side (Secretaria de Integração e Desenvolvimento Econômico) com o secretário Danilo Cnti se colocaram a disposição para auxiliar nos trâmites legais, que envolve uma obra deste tipo e também de acompanhar quando necessário. “Nós nos dispomos a cuidar em toda esta parte normativa e em tudo que possa dar seguimento no processo”, diz Luana.
Cada empresário recebeu um orçamento com os custos da sua calçada. O montante gira em torno de R$ 70. O gerente regional da Drogarias Catarinense Robson Menin, acredita que a falta de manutenção das calçadas naquela região, tem afastado os clientes da farmácia e dos demais estabelecimentos.
“Nós temos muito interesse em aderir este projeto, porque realmente o comércio desta rua decaiu. As pessoas não circulam mais aqui como antes”, afirma.
Para o presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) Luiz Kunde, não só apoia a ideia, como também irá motivar que todos os empresários se unam em prol deste projeto. “Se é bom para a cidade, nós apoiamos, por que ganha a cidade e o resultado será fantástico”, ressalta.
